terça-feira, 19 de agosto de 2014

Vem aí....Um Dia na Escola do Meu Filho!!!

Você está convidado para a VII Conferência do Meio Ambiente:
Escola Sustentável com leitura e Histórias que encantam.

Da E.E.Deputado Gregório Bezerra


Dia:23/08/2014 Das 09h ás 13h.



                                                                                  
                 O QUE MATA O JARDIM NÃO É O  ABANDONO. 
  O QUE MATA O JARDIM É ESSE OLHAR
                    VAZIO DE QUEM POR ELE PASSA INDIFERENTE.
                                                                                   
                                                                                                                                                                          (Mario Quintana)
                      














PROGRAMAÇÃO DO EVENTO

UM DIA NA ESCOLA DO MEU FILHO

23/08/2014

VII  CONFERÊNCIA DO MEIO AMBIENTE: LEITURA E HISTÓRIAS QUE ENCANTAM

A B E R T U R A: Professor Mediador- Cristiano Lima

Apresentação do objetivo do Evento: Engajar, envolver e responsabilizar toda a comunidade em prol da aprendizagem dos alunos.

09h– Recepção e Registro dos Convidados/ Entrega De Historias que Encantam
Livro-A Troca-Lygia Bojunga-Sala SAPE(Serviço de Apoio Pedagógico Especializado)
Caixa Mágica de Leituras e Histórias e Lendas Que Encantam
09h20 Composição Da Mesa: Odorico De Souza-Cordelista E Poeta
                                                          Profº Francisco Heraldo
                                                          Grêmio Estudantil/Conselho Escolar
                                                          Representante Acer- Mestre Chulapa/Marcio
09h30 Pronunciamento Dos Membros Da Mesa: Odorico De Souza- Que nos Brinda Com Cordel- Represa Billings
10h00 Declamação do Profº Francisco Heraldo-Poema: Enjoadinho - Vinicius de Moraes
10h20 Apresentação de alunos com leituras e lendas que encantam
Apresentação do ACER: Samba de Roda/Capoeira-Mestre Chulapa e Equipe.
Oficinas:
Segundo o dicionário oficina significa
 “um lugar onde ocorrem transformações”. (www.ecoar.org.br)

Responsável pela Conferência: Gestão escolar
Raquel Rodrigues do Prado / Jose Roberto de Queiroz / Maria Cristina
Nelson Benvindo

Coordenadores das oficinas:

Oficina I - Sala 11  -  Ensino Médio Preservação do Patrimônio  
Professores Responsáveis: Barbara, Eric ,Larissa, Jerusa,Pedro,Dirce e Sueli
Lixo Eletrônico
11h 20 Movimentos Sociais- Com Seminário e Exposição
12h ás 13h Oficina de Artesanato/Reciclagem

Oficina II - Sala 2 - Ensino Fundamental Revitalização do Patrimônio-Conservação do Espaço

Professores Responsáveis: Francisco, Odilon, Gislene, Daniel, Lucimara,Denis,Dirce e Gerson.
Apresentação dos Projetos Realizados e Exposição de Murais.
Leitura da lenda da África: A moça que pegou a serpente
Roda de Conversa com Grêmio sobre o tema
Água: Processo e Purificação
Escultura e Boneco Reciclável
Biogeografia-Mural

Oficina III- Sala do Acessa  

11h00 Sala do Acessa- Vídeo: Pro Dia Nascer Feliz/Roda de conversa
12h00 Vídeo: Consumo Consciente


Nós professores somos, na verdade, contadores de história “Griots”. Contamos a história da humanidade para nossos alunos, só que a história que nós contamos, não é a história de um só povo. Temos a missão de contar a história de muitos povos, em tempos diferentes, e que também tiveram modos diferentes de viver”
                                                                      (Lopes 2001)

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Compartilhando Leitura

A dança do arco-íris
Há muito e muito tempo, vivia sobre uma planície de nuvens uma tribo muito feliz. Como não havia solo para plantar, só um emaranhado de fios branquinhos e fofos como algodão-doce, as pessoas se alimentavam da carne de aves abatidas com flechas, que faziam amarrando em feixe uma porção dos fios que formavam o chão. De vez em quando, o chão dava umas sacudidelas, a planície inteira corcoveava e diminuía de tamanho, como se alguém abocanhasse parte dela.

Certa vez, tentando alvejar uma ave, um caçador errou a pontaria e a flecha se cravou no chão. Ao arrancá-la, ele viu que se abrira uma fenda, através da qual pôde ver que lá embaixo havia outro mundo.

Espantado, o caçador tampou o buraco e foi embora. Não contou sua descoberta a ninguém.

Na manhã seguinte, voltou ao local da passagem, trançou uma longa corda com os fios do chão e desceu até o outro mundo. Foi parar no meio de uma aldeia onde uma linda índia lhe deu as boas-vindas, tão surpresa em vê-lo descer do céu quanto ele de encontrar criatura tão bela e amável. Conversaram longo tempo e o caçador soube que a região onde ele vivia era conhecida por ela e seu povo como "o mundo das nuvens", formado pelas águas que evaporavam dos rios, lagos e oceanos da terra. As águas caíam de volta como uma cortina líquida, que eles chamavam de chuva. "Vai ver, é por isso que o chão lá de cima treme e encolhe", ele pensou. Ao fim da tarde, o caçador despediu-se da moça, agarrou-se à corda e subiu de volta para casa. Dali em diante, todos os dias ele escapava para encontrar-se com a jovem. Ela descreveu
para ele os animais ferozes que havia lá embaixo. Ele disse a ela que lá no alto as coisas materiais não tinham valor nenhum.

Um dia, a jovem deu ao caçador um cristal que havia achado perto de uma cachoeira. E pediu para visitar o mundo dele. O rapaz a ajudou a subir pela corda. Mal tinham chegado lá nas alturas, descobriram que haviam sido seguidos pelos parentes dela, curiosos para ver como se vivia tão perto do céu.

Foram todos recebidos com uma grande festa, que selou a amizade entre as duas nações. A partir de então, começou um grande sobe-e-desce entre céu e terra. A corda não resistiu a tanto trânsito e se partiu. Uma larga escada foi então construída e o movimento se tornou ainda mais intenso. O povo lá de baixo, indo a toda a hora divertir-se nas nuvens, deixou de lavrar a terra e de cuidar do gado. Os habitantes lá de cima pararam de caçar pássaros e começaram a se apegar às coisas que as pessoas de baixo lhes levavam de presente ou que eles mesmos desciam para buscar.

Vendo a desarmonia instalar-se entre sua gente, o caçador destruiu a escada e fechou a passagem entre os dois mundos. Aos poucos, as coisas foram voltando ao normal, tanto na terra como nas nuvens. Mas a jovem índia, que ficara lá em cima com seu amado, tinha saudade de sua família e de seu mundo Sem poder vê-los, começou a ficar cada vez mais triste. Aborrecido, o caçador fazia tudo para alegrá-la. Só não concordava em reabrir a comunicação entre os dois mundos: o sobe-e-desce recomeçaria e a sobrevivência de todos estaria ameaçada.

Certa tarde, o caçador brincava com o cristal que ganhara da mulher. As nuvens começaram a sacudir sob seus pés, sinal de que lá embaixo estava chovendo. De repente, um raio de sol passou pelo cristal e se abriu num maravilhoso arco-íris que ligava o céu e a terra. Trocando o cristal de uma mão para outra, o rapaz viu que o arco-íris mudava de lugar.

- Iuupii! - gritou ele. - Descobri a solução para meus problemas!

Daquele dia em diante, quando aparecia o sol depois da chuva, sua jovem mulher escorregava pelo arco-íris abaixo e ia matar a saudade de sua gente. Se alguém lá de baixo se metia a querer visitar o mundo das nuvens, o caçador mudava a posição do cristal e o arco-íris saltava para outro lado. Até hoje, ele só permite a subida de sua amada. Que sempre volta, feliz, para seus braços.
João Anzanello Carrascoza (novaescola@fvc.org.br)


segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Histórias que Encantam!

O baú secreto da vovó
Quando eu era menina e sentia medo, no lugar de chorar, ficava com raiva. 
Na noite em que descobri o baú de minha avó, eu estava em Santos. Trovejava muito. Apavorada, comecei a gritar que odiava o mar. Foi quando minha avó me chamou e disse. 
- Minha neta, você sabia que eu tenho um baú cheio de segredos? 
- Como assim? Onde? 
- Lá no fundo da garagem. 
Pronto. Nada como a curiosidade para espantar o medo. Na garagem, vovó o abriu e retirou de dentro dele uma espécie de régua. 
- Você sabe o que é isso? 
- Uma régua esquisita - respondi. 
- Não, isso é uma palmatória. Quem errasse na escola levava uma batida na palma da mão. 
- Não acredito! E por que a senhora guardou este treco horrível? 
- Pra lembrar que a gente precisa ser mais forte do que as injustiças. Olhe... meu  dedal preferido. Foi com ele que eu costurei esta roupa - e ela me mostrou um vestidinho com uma espécie de short por baixo. 
- Você jogava tênis, vovó? 
- Não, isso é um maiô! 
- Você nadava de vestido? 
- Sim, e era considerada atrevida. Mas foi assim que conquistei seu avô. 
- Nadando de roupa? 
- Eu vinha de uma família pobre. Seu avô, não. Ele lia, gostava de dançar. 
- E de nadar também? 
- Sim, e por isso fiz este maiozinho. Corri até a praia de chapéu. Seu avô estava tomando sol. Fingi que tinha perdido o chapéu no mar. Ele, como era um cavalheiro, veio me ajudar. O chapéu foi parar no fundo. Então apostamos uma corrida para ver quem o apanhava. Ele gostou da minha ousadia. 
- Foi assim que vocês começaram a namorar? 
- E logo me casei. Guardei o dedal pra lembrar que a gente precisa tecer a felicidade, e o maiô, porque um pouco de coragem não faz mal a ninguém. Olhe esta caixinha de música. Seu avô me deu quando você nasceu. Não é linda? 

Vovó mostrou para mim outros objetos e assim fui descobrindo que se não fosse o mar, que eu temia, não haveria o encontro de meus avós e que viver é saber perder o medo de tudo o que a gente nunca espera e nunca vai conseguir controlar.

Heloisa Prieto  - (novaescola@fvc.org.br)

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Projeto Leitura

E.E.DEPUTADO GREGÓRIO BEZERRA

                             Projeto Herbário

Tema: Educação Ambiental

Introdução: Herbário é uma coleção de amostras de plantas secas, provenientes dos diversos ecossistemas, servindo como registro e referência sobre a vegetação e flora de uma determinada região ou local.

Justificativa: A montagem de um herbário com os alunos na escola, vai propiciar a aproximação deles ao meio ambiente no qual está inserido, despertando através do conhecimento, a importância de preservar e até mesmo de recuperar a biodiversidade local. Assim, a montagem de uma coleção pessoal para o aluno pode ser interessante no sentido de tornar as aulas de ciências mais atrativas aos alunos.

Objetivos: Conhecer as espécies da região, identificar os nomes científicos e populares das espécies e conhecer a importância ecológica das espécies.

Conteúdo: Biodiversidade, biomas do Brasil e plantas nativas.              

Metodologia:
·            Apresentação do projeto aos alunos.
·         Escolher as plantas para o herbário na região, anotar a data e o local da coleta. Se possível registrar com fotos, pois pode ser útil para identificação da planta.
·         Secar as plantas entre folhas de jornal (trocando as folhas de jornal a cada dois dias, para não mofar a planta), colocar um livros pesados em cima para que elas fiquem lisinhas.  
·         Colar as plantas com cola transparente em um papel cartão tamanho A4.
·         Pesquisar no acessa escola os nomes científicos das plantas escolhidas e sua utilização.
·         Elaborar a ficha técnica com as informações necessárias.
·         Fazer a montagem das plantas na pasta.
Material:
·         Pasta ferragem plástica;
·         Cola transparente;
·         Jornais;
·         Papel cartão tamanho A4;
·         Saco plástico com furos e etiquetas.
Avaliação: O projeto será avaliado pela participação dos alunos; atividades realizadas pelos alunos, através do interesse e participação individual e em grupo.  


Professora de Ciências:Gislene Ribeiro e alunos do 8º A e D.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Comunicado

Senhores Pais, Responsáveis e Equipe

Comunicamos que Sexta- Feira 25/07/2014,não haverá aula.
Motivo: Replanejamento
Horário:Ensino Fundamental ll:07h30  ás 12h30
              Ensino Médio: 17h30 ás 21h30

 Convidamos o Conselho Escolar/Grêmio Estudantil para fazer parte deste processo e debater conosco as ações com o objetivo de melhoria do ensino aprendizagem.

Observação:28/07 Segunda feira, atendimento normal.

Equipe Escolar

Para Refletir!!!

    ATPC – 15 e 16/07/2014                      
A FALTA DE PLANEJAMENTO

Era uma vez um caçador que contratou um feiticeiro para ajudá-lo a conseguir alguma coisa que pudesse lhe facilitar o trabalho nas caçadas.
Depois de alguns dias, o feiticeiro lhe entregou uma flauta mágica que,  quando tocada, enfeitiçava os animais, fazendo-os dançar. Desse modo, o caçador teria sua ação facilitada.
Entusiasmado com o instrumento, o caçador organizou uma caravana convidando dois outros amigos caçadores para a África.  Logo no primeiro dia de caça, o grupo se deparou com um feroz tigre. De imediato o caçador  pôs-se a tocar flauta e, curiosamente, o tigre, que já estava próximo de um de seus amigos, começou a dançar. Foi então fuzilado a queima roupa.
Horas depois, um sobressalto.  A caravana foi atacada por um leopardo que saltava de uma árvore. Ao som da flauta, contudo, o animal transformou-se, ficou manso e dançou. Os caçadores não hesitaram e o mataram com vários tiros.  E foi assim, a flauta ia sendo tocada, animais ferozes dançando, caçadores matando.
Ao fim do dia, o grupo encontrou pela frente um leão faminto.   A flauta soou. Mas, o leão não dançou. Ao  contrário, atacou um dos amigos do caçador flautista, devorando-o.  Logo depois devorou o segundo.



O tocador de flauta, desesperadamente, fazia soar as notas musicais, mas sem resultado algum. O leão não dançava.  Enquanto tocava, e tocava, o caçador foi devorado.  Dois macacos, em cima de uma árvore próxima a tudo assistiam.  Um deles observou com sabedoria:

 “Eu sabia que eles iriam se dar mal quando encontrassem o Surdinho...”

Moral: Não confie cegamente nos métodos que sempre deram  certo; um dia podem não dar.
           Tenha sempre planos alternativos para situações imprevistas. Fique atento às mudanças. 
     E cuidado com o leão Surdo.                                                                                                                                                               
(Autor Desconhecido)

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