ATENÇÃO PROFESSORES!!
INSCRIÇÃO PARA MINISTRAR AULAS EM 2013.
ATÉ 19/09/2012.
Local de inscrição: http://drhunet.edunet.sp.gov.br/portalnet/
VEJA A NOVA CARGA HORÁRIA PARA ORIENTAÇÃO
Nova Carga Horária Para os docentes da Rede Estadual de São Paulo
Resolução SE 8, de 19-1-2012
Dispõe sobre a carga horária dos docentes da rede estadual de ensino
O SECRETÁRIO DA EDUCAÇÃO, considerando o disposto no § 4º do artigo 2º da Lei federal nº 11.738, de 16 de julho de 2008, que dispõe sobre a composição da jornada de trabalho docente com observância ao limite máximo de 2/3 (dois terços) da carga horária para o desempenho das atividades de interação com os educandos, resolve:
Artigo 1º – Na composição da jornada semanal de trabalho docente, prevista no artigo 10 da Lei Complementar nº 836, de 30 de dezembro de 1997, com a redação dada pela Lei Complementar nº 1.094, de 16 de julho de 2009, observar-se-ão, na conformidade do disposto no § 4º do artigo 2º da Lei federal nº 11.738, de 16.7.2008, e do Parecer CNE/CEB nº 5/97, os seguintes limites da carga horária para o desempenho das atividades com os alunos:
I – Jornada Integral de Trabalho Docente:
a) total da carga horária semanal: 40 horas (2.400 minutos);
b) atividades com alunos: 26h40min (1.600 minutos);
II – Jornada Básica de Trabalho Docente:
a) total da carga horária semanal: 30 horas (1.800 minutos);
b) atividades com alunos: 20 horas (1.200 minutos);
III – Jornada Inicial de Trabalho Docente:
a) total da carga horária semanal: 24 horas (1.440 minutos);
b) atividades com alunos: 16 horas (960 minutos);
IV – Jornada Reduzida de Trabalho Docente:
a) total da carga horária semanal: 12 horas (720 minutos);
b) atividades com alunos: 8 horas (480 minutos).
Artigo 2º – Para cumprimento do disposto no artigo anterior, as jornadas de trabalho docente passam a ser exercidas em aulas de 50 (cinquenta) minutos, na seguinte conformidade:
I – Jornada Integral de Trabalho Docente:
a) 32 (trinta e duas) aulas;
b) 3 (três) aulas de trabalho pedagógico coletivo na escola;
c) 13 (treze) aulas de trabalho pedagógico em local de livre escolha;
II – Jornada Básica de Trabalho Docente:
a) 24 (vinte e quatro) aulas;
b) 2 (duas) aulas de trabalho pedagógico coletivo na escola;
c) 10 (dez) aulas de trabalho pedagógico em local de livre escolha;
III – Jornada Inicial de Trabalho Docente:
a) 19 (dezenove) aulas;
b) 2 (duas) aulas de trabalho pedagógico coletivo na escola;
c) 7 (sete) aulas de trabalho pedagógico em local de livre escolha;
IV – Jornada Reduzida de Trabalho Docente:
a) 9 (nove) aulas;
b) 2 (duas) aulas de trabalho pedagógico coletivo na escola;
c) 3 (três) aula de trabalho pedagógico em local de livre escolha.
Parágrafo único – Os docentes não efetivos, que não estão sujeitos às jornadas previstas no artigo anterior, serão retribuídos conforme a carga horária que efetivamente vierem a cumprir, observado o Anexo desta resolução, que também se aplica aos efetivos cuja carga horária total ultrapasse o número de horas da jornada de trabalho em que estejam incluídos.
Artigo 3º – Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação, surtindo efeitos a partir de 1º de fevereiro de 2012, ficando revogadas as disposições em contrário, em especial a Resolução SE nº 18, de 24 de fevereiro de 2006.
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
domingo, 16 de setembro de 2012
Reflexão
Matéria publicada no Jornal da Tarde, 20 de maio de 2012.
Aproximação entre família e escola
Percebemos que há hoje um movimento da Escola em busca da parceria com os pais dos Alunos, o que já não era sem tempo, pois existem pesquisas mostrando claramente que o envolvimento dos pais na vida Escolar do Aluno produz melhorias nos resultados da aprendizagem.
Se observarmos os alunos que têm sucesso na vida escolar, vamos ter como um dado preponderante a participação e o envolvimento dos pais em todas as etapas da sua vida escolar, desde a educação infantil, passando pelo ensino fundamental, até chegar ao ensino médio, principalmente na mudança de um ciclo para o outro.
A comunicação dos pais com a Escola nesses momentos mostra ser eficaz e muito importante para que o aluno se adapte às mudanças com mais facilidade e rapidez, sentindo-se mais seguro proporcionalmente ao envolvimento da família com a escola. Conforme os ciclos escolares mudam, o aluno vai se aproximando cada vez mais da adolescência e começando a se afastar do ambiente familiar.
O aluno passa, então, a criar vínculos e a identificar-se com grupos de amigos da mesma idade, além de construir barreiras para se proteger. Neste momento, é de extrema importância que a comunicação e a confiança entre escola e família sejam coordenadas, pois só assim esse aluno passará por essa fase de uma forma mais tranquila.
Isso fará com que ele se concentre mais em seus estudos, tendo o mínimo possível de interferência das inseguranças que o cercam. Iniciativas da Escola em busca da construção do respeito e da confiança entre os profissionais da escola, a família e a comunidade são ferramentas eficazes na criação de relações sustentáveis de suporte à aprendizagem dos alunos.
Uma pesquisa da Unesco sobre experiências de interação família e escola constatou que os três efeitos mais importantes da aproximação com as famílias nas experiências constatadas foram: a incorporação das aprendizagens obtidas no contato com as famílias dos alunos, de modo a reorganizar práticas de gestão e pedagógicas; a ampliação da participação das famílias na vida escolar dos alunos e na relação com os agentes escolares; e a articulação de programas e instituições para ajudar a escola a apoiar os alunos em situação mais vulnerável.
Se observarmos os alunos que têm sucesso na vida escolar, vamos ter como um dado preponderante a participação e o envolvimento dos pais em todas as etapas da sua vida escolar
A vida familiar e a vida escolar são simultâneas e complementares para a construção do indivíduo e não há como separá-las ou ignorar uma ou outra. É importante que pais, professores, filhos/alunos compartilhem experiências, entendam e trabalhem as questões envolvidas no dia a dia, sem se culparem pelos fracassos no caminho, mas, sim, compreendendo as dificuldades que cada um enfrenta na resolução dos problemas, tanto familiares quanto escoa lares
Márcia Rodrigues dos Santos.
Professora universitária especialista em Psicopedagogia.
Aproximação entre família e escola
Percebemos que há hoje um movimento da Escola em busca da parceria com os pais dos Alunos, o que já não era sem tempo, pois existem pesquisas mostrando claramente que o envolvimento dos pais na vida Escolar do Aluno produz melhorias nos resultados da aprendizagem.
Se observarmos os alunos que têm sucesso na vida escolar, vamos ter como um dado preponderante a participação e o envolvimento dos pais em todas as etapas da sua vida escolar, desde a educação infantil, passando pelo ensino fundamental, até chegar ao ensino médio, principalmente na mudança de um ciclo para o outro.
A comunicação dos pais com a Escola nesses momentos mostra ser eficaz e muito importante para que o aluno se adapte às mudanças com mais facilidade e rapidez, sentindo-se mais seguro proporcionalmente ao envolvimento da família com a escola. Conforme os ciclos escolares mudam, o aluno vai se aproximando cada vez mais da adolescência e começando a se afastar do ambiente familiar.
O aluno passa, então, a criar vínculos e a identificar-se com grupos de amigos da mesma idade, além de construir barreiras para se proteger. Neste momento, é de extrema importância que a comunicação e a confiança entre escola e família sejam coordenadas, pois só assim esse aluno passará por essa fase de uma forma mais tranquila.
Isso fará com que ele se concentre mais em seus estudos, tendo o mínimo possível de interferência das inseguranças que o cercam. Iniciativas da Escola em busca da construção do respeito e da confiança entre os profissionais da escola, a família e a comunidade são ferramentas eficazes na criação de relações sustentáveis de suporte à aprendizagem dos alunos.
Uma pesquisa da Unesco sobre experiências de interação família e escola constatou que os três efeitos mais importantes da aproximação com as famílias nas experiências constatadas foram: a incorporação das aprendizagens obtidas no contato com as famílias dos alunos, de modo a reorganizar práticas de gestão e pedagógicas; a ampliação da participação das famílias na vida escolar dos alunos e na relação com os agentes escolares; e a articulação de programas e instituições para ajudar a escola a apoiar os alunos em situação mais vulnerável.
Se observarmos os alunos que têm sucesso na vida escolar, vamos ter como um dado preponderante a participação e o envolvimento dos pais em todas as etapas da sua vida escolar
A vida familiar e a vida escolar são simultâneas e complementares para a construção do indivíduo e não há como separá-las ou ignorar uma ou outra. É importante que pais, professores, filhos/alunos compartilhem experiências, entendam e trabalhem as questões envolvidas no dia a dia, sem se culparem pelos fracassos no caminho, mas, sim, compreendendo as dificuldades que cada um enfrenta na resolução dos problemas, tanto familiares quanto escoa lares
Márcia Rodrigues dos Santos.
Professora universitária especialista em Psicopedagogia.
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Olimpíadas de Matemática
Parabéns aos Alunos classificados para a 2º fase das Olimpiadas Brasileira de Matemática das Escolas Públicas OBMEP 2012.
Projeto Interdisciplinar
África
Turma: 7ª série C
Objetivos
Conhecer outros estilos de vida, suas semelhanças e diferenças;
Valorizar outras culturas e respeitá-las;
Conscientizá-los que todo ser humano é igual, independentemente de sua origem, classe social, cultura e religião;
Compreender as diferenças para a formação de cidadãos preparados para convívio em nossa sociedade do século XXI;
Identificar e relacionar as características da cultura africana presentes na sociedade brasileira, e a importância destas para a formação de nosso país;
Conhecer problemas que interferem no desenvolvimento do continente africano: fome, guerras civis e doenças;
Capacitá-los a ler e interpretar diversas formas de linguagem (textos, imagens, tabelas e gráficos em geral).
Estratégias
A sala foi dividida em grupos que fizeram pesquisas no Acessa e extraclasse. As pesquisas foram utilizadas na discussão em sala sobre os temas e a produção de cartazes para a montagem de painéis. Um grupo ficou responsável por coletar todas as informações pesquisadas e selecioná-las para a produção de um vídeo com imagens e dados sobre o continente africano. O vídeo deverá ser apresentado no dia da Conferência do Meio Ambiente.
O trabalho foi desenvolvido de forma interdisciplinar, o que estimulou a participação dos alunos e compromisso destes. Houve a participação das seguintes professoras:
Agariê (L.P): Responsável por coordenar as pesquisas sobre as danças africanas.
Lucimar (Ciên): Responsável por coordenar as pesquisas sobre HIV na África.
Nena (Mat): Responsável por coordenar a montagem de gráficos em geral sobre a África.
Patrícia (Hist): Responsável por coordenar as pesquisas sobre a cultura, religiões, e a fome e miséria no continente africano.
Vera (Art): Responsável por coordenar as pesquisas sobre desenhos africanos.
Recursos:
Internet, livros, jornais, cartolinas, cola, tesoura, régua, canetinhas e CD's.
Turma: 7ª série C
Objetivos
Conhecer outros estilos de vida, suas semelhanças e diferenças;
Valorizar outras culturas e respeitá-las;
Conscientizá-los que todo ser humano é igual, independentemente de sua origem, classe social, cultura e religião;
Compreender as diferenças para a formação de cidadãos preparados para convívio em nossa sociedade do século XXI;
Identificar e relacionar as características da cultura africana presentes na sociedade brasileira, e a importância destas para a formação de nosso país;
Conhecer problemas que interferem no desenvolvimento do continente africano: fome, guerras civis e doenças;
Capacitá-los a ler e interpretar diversas formas de linguagem (textos, imagens, tabelas e gráficos em geral).
Estratégias
A sala foi dividida em grupos que fizeram pesquisas no Acessa e extraclasse. As pesquisas foram utilizadas na discussão em sala sobre os temas e a produção de cartazes para a montagem de painéis. Um grupo ficou responsável por coletar todas as informações pesquisadas e selecioná-las para a produção de um vídeo com imagens e dados sobre o continente africano. O vídeo deverá ser apresentado no dia da Conferência do Meio Ambiente.
O trabalho foi desenvolvido de forma interdisciplinar, o que estimulou a participação dos alunos e compromisso destes. Houve a participação das seguintes professoras:
Agariê (L.P): Responsável por coordenar as pesquisas sobre as danças africanas.
Lucimar (Ciên): Responsável por coordenar as pesquisas sobre HIV na África.
Nena (Mat): Responsável por coordenar a montagem de gráficos em geral sobre a África.
Patrícia (Hist): Responsável por coordenar as pesquisas sobre a cultura, religiões, e a fome e miséria no continente africano.
Vera (Art): Responsável por coordenar as pesquisas sobre desenhos africanos.
Recursos:
Internet, livros, jornais, cartolinas, cola, tesoura, régua, canetinhas e CD's.
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Melhorando nosso ambiente
Justificativa: Diante do
crescimento econômico, o consumismo, já há muito relacionado ao bem estar e
status social, aumenta exageradamente e com ele, a produção de lixo que cria
todo seu incômodo e aumento das despesas públicas.
Por falta de um eficiente programa que conscientize a população sobre sua
coparticipação nas causas e consequências da produção exagerada e atitudes
inadequadas no tocante ao destino final do lixo, o poder público tende a ir formatando
o problema.
Desta forma fica evidente a importância da escola/professor na
sensibilização da comunidade escolar para que ajam de modo responsável e com
consciência, conservando o ambiente saudável no presente e para o futuro, para
que saibam exigir e respeitar os direitos próprios e os de todos, tanto local
como regional.
Público Alvo: alunos dos 6ºs
anos;
Professores envolvidos
> Língua Portuguesa: Terezinha Gomes da Rocha
> Artes: Dirce
Tempo: Aproximadamente vinte dias e/ou trinta aulas
Material:
·
Máquina fotográfica.
·
Papel fotográfico para revelação das imagens.
·
Papel kraft para o painel.
·
Microcomputador para levantamento de problemas
ambientais e posteriormente para sistematização e formatação das imagens
captadas pelos alunos.
·
Pincel atômico.
·
Cola de papel.
·
Tesoura
·
Lápis de cor.
·
Livro didático, jornal, revistas.
Etapas:
1) Levantamento sobre conhecimento prévio dos alunos por meio de roda de
conversa sobre o que seria degradação ambiental.
Apresentar aos alunos imagens e notícias, com degradações ambientais
causadas por acúmulo de lixo em diversos locais, verificando se reconhecem os
mesmos problemas nos ambientes que freqüentam.
O objetivo aqui é que por meio de
reflexões mediadas pelo professor, chegue-se à conclusão que no bairro também
há problemas de degradação ambientais, causados por destinação inadequada do
lixo.
2) Levantado oralmente locais que encontram-se com problemas, o professor
pedirá imagens dos mesmos.
Objetivo aqui é que os alunos,
organizados em grupo, façam imagens dos locais degradados pelo lixo descartados
por eles e comunidade.
Cabe salientar que o professor deve
enfatizar que meio ambiente refere-se a todos os lugares frequentados pelos
alunos e comunidade, inclusive a escola.
Os professores e alunos devem montar
um grande painel com as imagens captadas e editadas, com descrições de locais e
responsáveis pelas degradações ambientais.
3) Em um lado do painel será afixado imagens com problemas ambientais, em
outro lado estarão poesias realizadas pelos alunos e imagens como deveria ser
sem os problemas.
4) Montado o painel, será feito uma avaliação junto aos alunos sobre o
trabalho final.
O objetivo aqui é verificar se ouve
reflexão/apropriação de responsabilidades.
5) Como finalização do trabalho, o painel será exposto e apresentado no dia
22 de Setembro de 2012 na Conferência de Meio Ambiente da escola.
O objetivo aqui é que os alunos que
participaram do processo explicitem aos visitantes as soluções para os
problemas de degradação local, destacando responsabilidades de cada um.
Avaliação do trabalho
* Os alunos estiveram envolvidos no projeto?
* Conseguiu-se que os alunos adquirissem linguagem pertinente ao gênero?
* Conseguiu-se trabalho qualitativo com os grupos formados?
* Conseguiu-se compreender a importância de se conservar todos os ambientes
que frequentam limpos?
* Aumentou-se o interesse pelo assunto?
* O material utilizado foi adequado?
* Houve envolvimento por parte da maioria na elaboração do produto final?
* Avaliação do trabalho proferida pelos alunos e equipe escolar para
posterior adequação do projeto.
COMPARTILHANDO
DE QUEM É “A BOLA”?
(Consciência e compromisso)
Adão e Eva:
No princípio do mundo, Adão e Eva cometeram a primeira falta para com Deus. E, em seguida, os homens passaram a atribuir os males do mundo – as doenças, as crises, os sofrimentos – somente à falta cometida no passado por Adão e Eva. “A bola”, o problema, era sempre atribuído apenas ao pecado de Adão e Eva. Acontece que as crises foram aumentando, o mundo mudando, o homem se conscientizando e concluindo que “a bola” não era de Adão e Eva e, jogou “a bola” para o governo...
O Governo:
O governo passou a ser responsabilizado por todos os problemas, por todos os males que envolvem a humanidade. O povo passaria fome “por causa do governo”, A educação não iria bem “por causa do governo”. Tudo culpa “do governo”, tudo culpa de reis, de imperadores, de ditadores ou, “do presidente”. Jogaram “a bola” em suas mãos, responsabiliazando-os pelos pequenos e grandes problemas. Acontece que o povo percebeu que “a bola” não era do governo, mas do sistema. E, passaram “a bola” para o sistema...
O Sistema:
Quem é esse tal “Sistema”? O que ele faz? Onde fica? Todas as famílias passaram a acusar o “sistema” como responsável pelos problemas. Responsabilizaram então, os pais e os educadores integrantes do “sistema” pelo elevado número de marginais adolescentes que surge nos grandes centros populacionais. Culpando o tal “sistema” por não tê-los educado e por eles não possuírem senso de família. O povo continuou a questionar: “De quem é a bola”? E, achou que “a bola” deveria ser passada mesmo para o pai e a mãe; mas, afinal, todo mundo tem pai e mãe...
O Pai e a Mãe:
O pai e a mãe entraram em polêmica. O pai jogou “a bola” para a mãe, acusando-a como responsável pela educação dos filhos no lar. Se os filhos iriam mal, ele diria: “Você não para em casa, você não os acompanha; não cuida da saúde deles, só pensa em emancipação, quer ter até mais direitos que o homem e, até trabalha fora em dois horários. Essa família ficou mal. E, a mãe por sua vez, se sentindo injustiçada, jogou “a bola” para o pai, acusando-o por não estar presente no lar nos momentos cruciais da educação, dizendo-lhe: “Você é quem só tem tempo para o futebol e para a cervejinha no barzinho. Essa família ficou muito mal. Aconteceu que os dois, em crise, resolveram se unir e justificar seu erro de responsabilidade, jogando “a bola” para a escola...
A Escola:
A escola recebeu os reflexos dos problemas familiares e sociais traduzidos em alunos mal alimentados, carentes afetivamente, com aprendizagem lenta, com dificuldades pessoais e socialmente desajustados. Mas a escola resolveu se isentar dessa desmesurada responsabilidade em educar e disse que o problema, “a bola”, deveria retornar ao pai e a mãe, ao sistema, ao governo; e, que ela, a escola, só deveria fazer aquilo que lhe compete, ou seja, transmitir os conteúdos da grade curricular. Acontece que “a bola” continuou solta. O mundo em decadência ética e moral, as crises aumentando de intensidade, a humanidade se violentando, as crianças cada dia mais desrespeitadas; todos se desesperando. E, a Terra que foi criada para ser um paraíso, passou a ser um mega campo de concentração na guerra do desamor. “A bola” continuou sendo jogada “para lá e para cá”. O “corpo fora”, se omitindo, se tornando alheio ao amor e à responsabilidade...
Portanto, agora, deixo com vocês, “A BOLA”.
A responsabilidade compete a cada um que a possui.
“A BOLA” É DE TODOS NÓS!!!
“Texto – Internet – autor desconhecido”
Prof. Vanderley
SEE / CGEB / DEGEB / CEFAF
Equipe Curricular de Matemática
Blog: vanderleyac.blogspot.com
terça-feira, 11 de setembro de 2012
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