segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Relatório projeto baixo IDESP - Livro: A Distância das coisas

E.E. Deputado Gregório Bezerra
Relatório projeto baixo IDESP


Livro: A Distância das coisas


Flávio Carneiro


Professora: Terezinha Gomes da Rocha

“Uma prática de leitura que não desperte nem cultive o desejo de ler, não é uma prática pedagógica eficiente”

(Alberto Manguel)

Justificativa
Entendendo que a leitura de histórias aproxima a criança do universo letrado e colabora para a democratização de um de nossos mais valiosos patrimônios culturais: a escrita. E sendo esta raramente praticada por nossos alunos, ou quando muito é de forma fragmentada, por tópicos e/ou textos sintetizados, que muitas vezes não trazem o real significado da escrita e nem o objetivo do escritor. E, ainda entendendo que os professores são os principais agentes na promoção dessa prática – e a escola, o principal espaço para isso.

Optamos por realizar este trabalho com alunos do 9º ano, por entender que estes encontram-se na faixa etária apropriada ao enredo da obra, e que portanto teriam maior interesse na leitura do mesmo.

Apresentação do livro
Ao apresentar o livro para os alunos da 8ªA (9º anoA) houve várias frases de desagrado. De posse da obra, a primeira coisa que fizeram foi verificar o número de páginas. Deixei que folheassem o livro. Falei sobre o escritor e a premiação. Li a resenha do livro. Falei um pouco sobre o personagem principal. Li o primeiro capítulo.

Combinamos que na próxima aula leríamos juntos os segundo e terceiro capítulos.

Posteriormente muitos me encontraram no corredor dizendo já estarem no quarto, quinto e/ou sexto capítulos.

Professores me questionaram sobre que livro era aquele que deixava os alunos tão absolvidos e “displicentes” em suas aulas.

Roda de leitura
Os alunos disseram que a primeira impressão não foi a que ficou: o livro era “irado”. Falaram muito de Pedro e de sua angústia.

Após alguns questionamentos sobre como achavam que iria terminar a história de Pedro, percebi que, apesar de estar na 4ª etapa do trabalho, muitos já haviam lido. Combinamos então, que quem já havia terminado, guardassem segredo sobre o final da história.

Finalização do trabalho
Como foi solicitado diário e/ou relato espontâneo da leitura, convidei quem gostaria de falar ou ler o diário. Para minha surpresa precisei programar mais aulas, pois muitos quiseram expor sua opinião e alguns, mais tímidos, quiseram ler.

Foram unânimes em dizer que o escritor deveria ter terminado a história, de preferência “com final feliz” diziam as meninas.

Propus então que entrassem no blog do escritor e enviassem opinião diretamente ao escritor.

Considerações finais
Percebeu-se, com este trabalho: maior interesse pela leitura, já que muitos alunos disseram que estavam lendo outros títulos do mesmo ou de outro escritor.

Muitos disseram não saber que existiam escritores que se dedicavam a escrever para adolescentes. Com essa informação, houve então mudança de atitude.

Percebeu-se ainda aumento de vocabulário, já que a escrita ficou mais rica e espontânea.

Em relação à estatística, dos quarenta alunos, apenas sete não se interessaram pelo trabalho. Dados que nos deixa tranqüilos em relação ao alcance do objetivo pretendido.

É imprescindível salientar que este trabalho não se esgota aqui, visto que cabe ao professor proporcionar aos alunos diversos momentos onde a boa leitura, como prática constante, desenvolva as habilidades tão necessárias à qualificação da aprendizagem.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Relatório do Campeonato ACD – Educação Física

EE DEPUTADO GREGÓRIO BEZERRA

Professor Alessandro Alves

Em Junho a escola participou do campeonato de Futsal com as turmas da ACD, campeonato esse que já está se tornando uma tradição na escola.

Esse evento é muito importante, pois além de integrar os jovens, estimula a prática de esportes e melhoria da saúde e qualidade de vida.

Apesar das dificuldades encontradas no caminho, como treinamento em pouco tempo e espaço, apoio dos pais e motivação dos próprios alunos, o campeonato foi um sucesso.

Agradecemos a participação de todos os envolvidos: Alunos, professores, Pais e Direção.

Vamos nos preparar para participar novamente em 2011!

Resultados:

Gregório 0 x 4 Popovic - Masc 15/06 - socialista

Gregório 6 x 4 Socialista - Masc 16/06 - socialista

Gregório 2 x 5 Popovic - Fem 11/06 - Socialista

Gregório 0 x 3 Evandro - Fem 15/06 - socialista



Relatório de Recuperação

EE DEPUTADO GREGÓRIO BEZERRA
ANO: 2010 Séries: 5 ª,6 ª e 7 ª ano do Ensino Fundamental
Profª. Amanda C. Alves

Objetivo semestral da recuperação:

Favorecer leituras significativas de textos da literatura infantil e fabula, por meio de atividades de leitura compartilhada e de leitura individual, com foco no aprimoramento de capacidades de leitura;

Favorecer leituras significativas de textos de diferentes linguagens, respeitando seus códigos e procedimentos específicos, que sejam interessantes para a compreensão das fabula.

Proporcionamos a experiência de criação artística, em linguagens verbal e não verbal, por meio de recriação de versos e da produção de desenhos.

Habilidades Desenvolvidas:

Cada aluno desenvolve suas habilidades no contexto da atividade. Para cada exercício foi utilizado os livros de ALFABETIZAÇÃO (Elisabete Garcia), +LÍNGUA PORTUGUESA ensinar e aprender cada aluno com seu exemplar.

Relatório de leitura “De repente, nas Profundezas do Bosque”

Escola Estadual Deputado Gregório Bezerra
7ª série: A
 Ensino Fundamental
Profa: Nilza Lagercrantz

 A obra foi de grande proveito para a turma, que de início reclamaram um pouco, mas o resultado foi surpreendente. A obra veio me também ao encontro já que é o meu tema favorito, o fato de ler e também sobre o tema animais que amo e respeito demais. Fosse-me permitido falaria e leria todos os dias sobre animais.
Os textos seriam todos sobre a extinção de muitos animais a caça predatória, falta de respeito que o ser humano tem com esses indefesos seres. Essa fábula tem muito a ver sobre os grandes temas de nossa época, como a intolerância, a discriminação e a dificuldade de convivência dos homens entre si e a natureza. É uma exaltação ao poder do conhecer, da independência de espírito e de ética profissional. comentários de alguns leitores sobre a obra.

Sou uma pessoa bastante curiosa e por tudo o que aqui se encontra já escrito, profundamente intrigada com a questão humana versus meio ambiente. Existe um "link" entre nosso confortável dia a dia e a destruição eminente. Sigo assim, em caminhos outros, buscando em outras paragens respostas para isto que me faz questão.

Encontro a resenha de um livro no Jornal Estado de São Paulo deste domingo, dia 22 de abril, aliás Dia da Terra...a Terra dos Nossos Sonhos. Algo ressalta ao meus olhos e me induz à leitura: "A história se passa em uma aldeia onde os animais são lendas".

Trata-se do livro do escritor israelense Amós Oz chamado "De Repente, nas Profundezas do Bosque".

Bom ,eu não li ainda o livro mas confesso que fiquei bastante curiosa pois dizem por aí que a vida imita a arte ...
A fábula se coloca impactante e desafiadora - terão existido mesmo os bichos de que falam os mais velhos ou tudo não passa da projeção de vidas sem história e, porque sem história, plenas de invencionices as mais exacerbadas? Como podem existir seres que voam e trinam? Que estórias são estas em que uns tais de cães ladram e uns que tais cavalos relincham?
Fonte: (Paz Agora, acesso em julho de 2010)
Resumo da obra

"Conta o autor a história de uma aldeia de onde desapareceram (ou foram extintos?) todos os animais - dos silvestres aos domésticos e onde não sobrou sequer um único pardal ou o mais reles cupim, tudo virou 'lenda'. Tudo acontece apenas na memória, entre outros, da professora Emanuela, mal-amada e obsessiva, a história pretérita da aldeia, com sua diversificada e inquieta fauna, seus cães e gatos, passarinhos e borboletas, sapos e mariposas, tudo se converte no delírio de quem, a exemplo dela, por sozinha e carente, vive no mundo do 'era uma vez'... As novas gerações duvidam, e duvidam tenazmente, de que tais elementos 'fantasmagóricos' tenham um dia existido. A não ser na fértil imaginação dos mais velhos... Uma gente disposta a fazer do passado, como de hábito, exercício fantasioso, seja pelo viés da nostalgia que marca as lembranças acossadas pelo devaneio, seja porque não tendo o que contar, mais que 'inventam' - 'fabulizam', 'viajam' no passado por tudo o que de 'in-provável' mora nele. Provocadas pelo mistério, duas crianças aldeãs, Maia e Mati, decidem empreender percuciente investigação à cata da verdade.

Fonte: (Histórias Ambientais, acesso em julho de 2010)
  


Alunos durante a leitura e discussão da aldeia

Ilustrando a história
 
Se preparando para desenhar o Bosque

Desenho dos mistérios da Floresta

Desenho imaginário sobre os animais desaparecidos

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Notícias

 Confira na parte de Notícias os alunos classificados para a segunda etapa da Olimpíada de Matemática

Clique AQUI para ver os nomes

Sequência Didática

   Professora Marcia Mariko Ogoshi
                      

Aulas de Química do 2º ano.
Atividade do caderno volume 2

Explicando o comportamento de materiais : modelos sobre a estrutura do teórico à ao experimento prático.
Objetivos:
  • Explicar a condutibilidade elétrica de alguns materiais através de experimentos.
Materiais  utilizados:
  • Água destilada;
  • Água potável;
  • Cloreto de sódio( sal de cozinha);
  • Açúcar;
  • Carbonato de cálcio;
  • Madeira;
  • Alumínio;
  • Ferro;
  • Plástico;
  • Etanol;
  • Hidróxido de cálcio;
  • Dispositivo  de teste de condutibilidade elétrica com lâmpada e eletrodos;
  • Frascos pequenos de vidro.

Procedimento:
  • Ligar o dispositivo de condutibilidade elétrica na tomada;
  • Coloque os eletrodos em contato com as amostras de metais (ferro, alumínio), madeira e plástico;
  • Em cada um dos frascos pequenos de vidro, coloque os seguintes materiais e os devidos rótulos: água potável, água destilada, etanol e pequena quantidade (uma colherzinha rasa) dos sólidos: cloreto de sódio, carbonato de cálcio, açúcar e hidróxido de cálcio;
  • Teste a condutibilidade elétrica dos materiais sólidos;
  • Teste a condutibilidade elétrica das soluções aquosas;
  • Anote as observações sobre o surgimento ou não de luz.
    Os alunos observaram que:
  • Há materiais que conduzem corrente elétrica no estado solido;
  • Há materiais que não conduzem corrente elétrica no estado solido, mas que a conduzem quando dissolvido em água;
  • Há materiais que não conduzem corrente elétrica no estado solido nem conduzem quando dissolvido em água.

    Conclusão: 
       Após o experimento os alunos puderam entender o comportamento dos diversos materiais, e foi necessário admitir :
  • A presença de cargas elétricas em movimento em alguns materiais no estado solido;
  • A presença de cargas elétricas em movimento em materiais no estado líquido ou quantidades dissolvidas em água;
  • A existência de carga elétrica em movimento em materiais nos estado sólidos e líquido ou quando dissolvidos em água.

    Duração: 
2º bimestre.









quarta-feira, 28 de julho de 2010

Prática de Leitura e Escrita - Profº. Cristiano

Obra: De Repente, nas Profundezas do Bosque de Amós Oz
Professor: Cristiano Lima



Disciplina: Língua Portuguesa


Área: Códigos, Linguagens e suas Tecnologias


Justificativa

O projeto de leitura e escrita desenvolvido nas 6ª séries da Escola Deputado Gregório Bezerra ocorreu no período que vai entre Março/2010 até Abril/2010 ocorrendo no período de dois meses entre aulas intercaladas. Participaram do Projeto de Leitura e Escrita os alunos das 6as séries A, B, C e D desta Unidade Escolar e os professores responsáveis são: Prof. Cristiano e Profa. Jaqueline. O objeto de leitura foi o livro de Amós OZ, De Repente nas Profundezas do Bosque, porém vale salientar que outros livros também foram usados pelos alunos como instrumento de leitura e desenvolvimento de sua proficiência em Língua Portuguesa.

Pretendemos com esse relatório trazer uma visão geral do processo de leitura e escrita desenvolvido em sala de aula a partir do entendimento do educando e de sua relação interpessoal com a obra e suas próprias inferências a partir de seu conhecimento de mundo – os processos cognitivos do educando na busca do melhor entendimento do texto adaptado ao seu mundo.

A obra de Amós Oz traz aos alunos conceitos diretamente relacionados aos direitos humanos como, por exemplo, o respeito ao diferente; ao outro, outro conceito abordado na obra é a valorização do meio-ambiente e o respeito à flora e à fauna. Dentro destes diferentes pontos de vista foi necessário além de desenvolver a leitura de o aluno desenvolver na prática educativa aulas relacionadas a temas transversais como cidadania, defesa do diferente e respeito ao meio ambiente.


Métodos de Avaliação e Processos de Aprendizagem
Cada 6ª série se comportou de uma forma diferente a respeito da obra de Amós Oz, houve aqueles que quiseram adaptar a obra à indústria cinematográfica, aqueles que terminaram a leitura em casa e releram a obra na sala em todo o processo de leitura; aqueles que sugeriram que o escritor escrevesse uma segunda obra dando continuidade à história.

A 6ª série A preferiu a leitura silenciosa onde o professor lia em voz alta enquanto que os alunos em absoluto silêncio liam de forma conjunta fazendo inferências sobre os personagens em cada processo de leitura. Foram montados quadros onde se caracterizavam as personagens neste processo como Nehi, Nimi e a Professora Emanuela. Dentro deste processo de leitura, foi desenvolvido e muito discutido questões como direitos humanos, respeito ao diferente e respeito àqueles com necessidades especiais fazendo com que os alunos desenvolvem-se um senso crítico de inclusão. Outro conceito importantíssimo desenvolvido na 6ª A foi o sentido e o sentimento de respeito aos animais – à flora e à fauna e ao desenvolvimento sustentável e a relação do ser humano com o meio ambiente que ele está inserido; é fato que nossa Unidade Escolar está inserida em área de manancial por isso a discussão da construção do respeito ao meio ambiente foi muito importante no processo de leitura.

A 6ª B seguiu o processo de leitura silenciosa enquanto que depois da leitura abriu-se uma oportunidade para discussão dos temas relevantes para o processo de entendimento do texto; nesta sala fez-se a seguintes perguntas – como o demônio da montanha Nehi se tornou no “salvador” dos animais que eram maltratados na aldeia? Quem é o verdadeiro culpado no processo de “rapto” dos animais da aldeia? Será que esses animais um dia voltariam para a aldeia? Todas essas questões foram desenvolvidas e discutidas com os alunos e eles no fim do processo de leitura fizeram uma nova capa para a obra e uma resenha do texto.

A 6ª C preferiu a roda de leitura e depois alguns alunos propuseram para que se escrevessem um novo fim para a obra de Amós Oz – projeto esse que será desenvolvido no segundo semestre de 2010. A 6ª D preferiu a leitura silenciosa. Resumindo, todas as salas fizeram uma nova capa e escreveram uma resenha da obra de Amós Oz.

Sinopse do Livro:

Numa pacata aldeia onde não existe bicho algum, seja ele quadrúpede, peixe, réptil, pássaro ou inseto, as crianças são proibidas de entrar no bosque vizinho, onde, segundo os adultos, reina Nehi, o demônio das montanhas. Quem se embrenhou por lá não voltou, ou então voltou avariado. Na escola, a solitária professora Emanuela desenha e descreve os animais que chegou a conhecer em sua infância, mas os alunos riem dela, pois seus pais lhe asseguram que tais seres não passam de lendas malucas e perigosas. Dois dos alunos, porém, não se satisfazem com as explicações dos adultos e resolvem se aventurar pelo bosque para ver com os próprios olhos o que existe lá. Habituado a discutir com originalidade e lucidez, tanto em seus livros como em sua militância pessoal, os grandes dilemas políticos e sociais de nossa época, Amós Oz mergulha aqui no registro da fantasia para tratar de temas como a discriminação, a convivência com o outro e a integração do homem com a natureza. O livro é uma fábula estranha e encantadora sobre a importância da independência de espírito como antídoto à intolerância e ao obscurantismo. Uma fábula, como ele mesmo declarou, para todas as idades.
(Livraria Cultura)
Conclusão

O projeto foi muito importante para o desenvolvimento da cognição do educando e para melhora da escrita e leitura dos educadores e educandos que participaram do processo. Muito salutar foi a discussão de valores inerentes aos direitos humanos e a capacidade de troca de idéias entre professores e alunos – o projeto de leitura foi um sucesso, porém há muito que fazer através deste método de educação. Cremos firmemente que a leitura começa em casa e que a escola é o espaço onde se confirma este processo de aprendizagem e de prática de leitura – escrita e leitura de texto, escrita e leitura de mundo.


Referência Bibliográfica:

OZ, Amós. De repente, nas profundezas do bosque. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.

http://www.travessa.com.br/DE_REPENTE_NAS_PROFUNDEZAS_DO_BOSQUE/artigo/d1ed46ec-c49d-4dc7-946e-26cf2b579fd7 (acesso em 15/07/2010)

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