quarta-feira, 29 de julho de 2015

ATENÇÃO ! REPOSIÇÃO ARTE....

Reposição da greve do 8º Anos – 2015 – Prof. Dirce - ARTE  
      
   Linguagem da capoeira, do Hip Hop, do Balé Clássico, da Dança Moderna, da Dança Contemporânea
     

A capoeira foi desenvolvida pelos escravos do Brasil como forma de resistir aos seus opressores, praticar em segredo a sua arte, transmitir a sua cultura e melhorar o seu moral. Há registros da prática da capoeira nos séculos XVIII e XIX nas cidades de Salvador, Rio de Janeiro, e Recife, porém durante anos a capoeira foi considerada subversiva, sua prática era proibida e duramente reprimida. Devido a essa repressão, a capoeira praticamente se extinguiu no Rio de Janeiro, onde os grupos de capoeiristas eram conhecidos como maltas, e em Recife, onde segundo alguns a capoeira deu origem à dança do frevo, conhecida como o passo. 

      A cultura hip hop é formada pelos seguintes elementos: O rap, o graffiti e o break.               O nome HIP HOP surgiu no Brasil na década de 80. Ainda não existiam movimentos que retratavam exatamente o fundamento, o significado na íntegra desta cultura, porque todo aquele povo da época (a grande maioria) desconhecia este nome HIP HOP. O que na época foi propagado e muito na mídia, era a febre chamada BREAK DANCE. Break era a dança do momento na época, que jamais deixou de ser um elemento importantíssimo e imprescindível para o crescimento do movimento no Brasil. Sendo assim: 1984, foi o ano oficial da chegada da Dança de Rua no Brasil e o surgimento dos B.Boyings, Poppings e Lockings.                                                                                                          Na terra brasilis o hip hop na década de 80, contou também com as equipes de Som, estilo black music, como: Chic Show, Black Mad e Zimbabwe e algumas revistas. E é claro dos discos que apareciam na galeria da rua 24 de maio… 

ATIVIDADES
1. Leitura e análise
2. Roda de conversa: troca de conhecimento entre colegas                                                                      3. Produção de texto: entendimento e conhecimento                                                                     
  4.  Expressão corporal: reproduzir algumas manobras, movimentos dos dois                               ritmos – com música.
       




REPOSIÇÃO

        


     Reposição da greve do 7º Anos – 2015 – Prof. Dirce - ARTE  
      
Desenho e manipulação de marionetes, teatro de animação, teatro de bonecos, mamulengo

Originado do termo Frances marionette, o teatro de marionetas, marionetes ou fantoches é uma forma tradicional de apresentação artística. Consiste em bonecos que representam animais, pessoas ou objetos animados que são manipulados por pessoas através de cordéis. Normalmente, quem manipula os fantoches são os marionetistas, que se apresentam escondidos atrás de uma tela. Apenas os bonecos ficam visíveis em pequenos palcos.  O teatro de marionetes é bastante utilizado para o entretenimento do público infantil.                                                                          
Composição e manipulação das marionetes                                    
Os três itens que formam uma marionete são: boneco animado, fios de manipulação e o comando, ou cruzeta, que é por onde o marionetista controla os movimentos do fantoche. Para manipular as marionetes, é necessário entender os princípios estruturais e mecânicos de movimentos do corpo humano. Com o passar do tempo, esta arte foi incorporando novas técnicas e tecnologias que tornaram o movimento dos bonecos cada dia mais realista.
 
 ATIVIDADES                                                                                                                                            1. Leitura e análise do texto                                                                                                                  2. Criar um Boneco de Teatro com materiais recicláveis                                                                         3. Peça de Teatro: Criar um texto para peça de teatro – em grupo
       


      

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Atenção!
A reposição do Gregório está a todo o vapor
Manhã:
Educação Física
Artes
Geografia
Matemática

Tarde:
Artes
Português
Geografia
Ciências
Matemática
Educação Física
Biologia

Noite
Geografia
Química
Física
Artes

As Postagem a seguir retratam os registros das atividades.

             Reposição da greve do 6º Anos – 2015 – Prof. Dirce - ARTE   
                Dança Clássica, Moderna e Contemporânea
   Ruptura entre dança clássica, dança  moderna e dança contemporânea. Na dança e nos modos como sua linguagem se desenvolveu no decorrer da história, podemos perceber como o corpo tem sido visto, pensado e modificado.                                                                                                                      Na dança clássica, o corpo do dançarino, mesmo se movimentando em virtuose, tenta dominar sua natureza, refinando seus movimentos. Em um primeiro momento, ele nos parece, por suas posições corporais, mais estático,  buscando demonstrar a clareza das linhas dos movimentos. Vale lembrar que o que atualmente chamamos de dança clássica é, na verdade, um conjunto de conceitos que engloba o balé da corte o balé da ação, o balé romântico e o balé clássico, que trouxe as sapatilhas de ponta – fator importante na imposição desse modelo –, as dançarinas pálidas e etéreas, e as histórias fantásticas de cisnes e princesas, nas quais há um modelo de mulher frágil e delicada determinada por um corpo magro, franzino, que evidencia as linhas e os ângulos tão valorizados por essa dança e a qualidade de movimento aéreo, extremamente leve, contra a gravidade. A redução do peso corporal é condição sine qua non (ação, condição ou ingrediente indispensável) em muitas companhias, e o coreógrafo George Balanchine teve papel importante no processo de cristalização desse padrão, ao reforçá-lo em um período (décadas de 1960 e 1970) em que muitos artistas experimentavam exatamente a diversidade de corpos em cenas.Algumas palavras-chave sintetizam a dança clássica: posições; verticalidade; frontalidade; rotação externa dos membros inferiores; virtuose; sapatilhas de ponta; precisão; movimento aéreo, leve, contragravidade;  corpo do dançarino; fábulas.
Os princípios básicos do balé são:


-  Postura ereta;                                                                                                                                       -  Uso do en dehors (rotação externa dos membros inferiores);                                                               -  Verticalidade corporal;                                                                                                                                       -  Disciplina;Leveza, Harmonia   -  e Simetria.



       Na dança moderna, o corpo quebrou o protocolo das formas da dança clássica, abandonando as posições dos braços, das pernas e dos pés, buscando também o chão como espaço de atuação. Retirando as sapatilhas, a dança moderna colocou os pés no chão e passou também a usar o tronco para expressar emoções, anseios e ideias. Desse modo, a dança moderna buscou, inicialmente, opor-se ao modelo romântico de mulher e de temas. Em geração antecedente, Isadora Duncan foi exemplo de outra vertente em que se buscou a espontaneidade de movimentos e formas – um corpo mais livre, tanto da rigidez acadêmica da dança clássica quanto da restrição de movimentos imposta por roupas (corpetes e espartilhos) e calçados (sapatilhas de ponta), que inibiam a movimentação e a livre expressão do corpo. São artistas visionários da dança moderna: Isadora Duncan, Ruth Saint-Denis...     Algumas palavras-chave da dança moderna: corpo do dançarino; mitos; uso do chão; liberdade de movimento; plexo solar; mobilidade do tronco.
    
           Somando novas características oriundas da dança moderna, o corpo na dança contemporânea rompe totalmente com a movimentação da dança clássica, chegando, às vezes, até mesmo a deixar de lado sua estética: o que vai importar será a transmissão de sentimentos, ideias, subjetividades afloradas nos dançarinos e espectadores. Solos são bastante frequentes nessa dança. Os artistas procuram mostrar a possibilidade de trabalhar com maior diversidade de corpos, técnicas e temas, assim como a ausência deles. Procura-se levar para a cena corpos mais “comuns”, que fazem parte do cotidiano, em oposição à virtuose, que, de qualquer maneira, caracteriza as danças e os períodos anteriores. Como a dança contemporânea ainda é um conceito que está se formando, há alguns aspectos que apontam características diferenciadas dessa linguagem, como: a pesquisa de movimentos que não “parecem” dança, com renovação do vocabulário gestual por meio da pesquisa dos movimentos do cotidiano; o cruzamento de fronteiras entre as linguagens artísticas, com a mescla entre dança, teatro, vídeo, computador e outras tecnologias; a presença da figura do criador-intérprete, em vez da do diretor; a improvisação como estratégia de criação; os diferentes treinamentos realizados pelos dançarinos – ioga, capoeira, eutonia (tensão,tônus muscular), natação, dança de salão, dança clássica etc. – para conhecer e desenvolver sua própria dança; o uso da música e a dança sem música; os diferentes espaços onde acontece a dança contemporânea; entre tantos outros aspectos. Esse corpo contemporâneo também deve ser eclético, devendo ajustar-se a vários estilos de dança.
Algumas palavras-chave: pesquisa; processo; cotidiano; criador-intérprete; solos; movimentação no chão; movimentos do cotidiano; cruzamento de fronteiras entre as linguagens artística.
 Características:                                                                                                                                                           
- Solos de improvisação são bastante frequentes  nessa modalidade. - Esse tipo de dança modificou o espaço, usando não só o palco como local de referência. Sua técnica é tão abrangente que não delimita os utensílios usados. O corpo, pesquisando suas diagonais, não delimita estilos de roupas, músicas, espaço ou movimentos.  - A Dança Contemporânea não possui uma técnica única estabelecida; Todos os tipos de pessoas podem praticá-la. - As coreografias contemporâneas são executadas por meio de métodos tais como improvisação e são compostas de temas relacionados à política, sociedade, cultura, autobiografia, comportamento e quotidiano.


ATIVIDADES
1. Leitura do texto                                                                                                                       
  2. Grife as partes que considera mais importante no texto                                                       
 3. Escreva com sua  palavras o que aprendeu sobre o assunto: Linguagem das danças clássicas, moderna e contemporânea.                                                                                                  
  4. Represente as três danças com figuras humanas em movimento: Desenho, recorte e colagens com papel craft  preto .


sexta-feira, 26 de junho de 2015

Compartilhando!!!!

Resolução SE nº 20, de 17-2-2010

Atribui responsabilidades pelas informações lançadas nos Sistemas de Informação Corporativos da Secretaria de Estado da Educação
O Secretário da Educação, tendo em vista o disposto no Decreto 40.290/1995, na Deliberação CEE 2/2000, nas Resoluções SE 12 e 61 de 2007, e considerando que:
- a produção de informações e indicadores educacionais precisos é imprescindível ao planejamento e acompanhamento dos resultados em consonância com a realidade das escolas;
- a falta de manutenção adequada dos Sistemas conduz a erros, na medida em que superestima ou subestima as matrículas efetivadas, compromete a eficácia e eficiência das informações que subsidiam o planejamento de ações, programas e projetos da SEE, dependentes de dados estatísticos confiáveis e precisos;
- os Sistemas de Informação corporativos da Secretaria são a base de dados que alimentam, por meio de processo de migração, o censo escolar, definindo os recursos do FUNDEB e de outros programas relativos a repasses de recursos financeiros e materiais, inclusive o dimensionamento das necessidades de recursos humanos;
- a aquisição de material didático e de material escolar para os alunos apóia-se no registro quantitativo de matrículas digitadas pelas escolas no Sistema de Cadastro de Alunos;
- os programas de avaliação externa, SARESP e outros congêneres, objeto de provas identificadas por aluno, pautam-se nas informações extraídas dos Sistemas da SEE;
- a precisão no lançamento dos registros das informações nos sistemas conduz ao correto dimensionamento das necessidades e alocação adequada de recursos públicos conforme as reais necessidades da rede escolar;
- a coerência na gestão dos recursos envolvidos implica instrumentalizar a atuação de controle, de modo a aperfeiçoar os mecanismos de acompanhamento gerencial das informações,
Resolve:
Artigo 1º - São responsáveis pelas informações lançadas nos Sistemas de Informação corporativos da Secretaria de Estado da Educação o diretor e o secretário da escola, bem como o supervisor de ensino, no âmbito de sua atuação.
Artigo 2º - Compete à Diretoria de Ensino:
I - estabelecer um trabalho articulado entre suas assessorias, equipe de supervisão e assistência de planejamento, para garantir a credibilidade das informações cadastradas nos Sistemas;
II - adotar procedimentos para afastar os riscos de simulações por erros ou vícios funcionais e inobservância de critérios e prazos fixados para o lançamento das informações;
III - desencadear ações para o desenvolvimento de uma consciência crítica dos informantes e o compromisso ético e moral pelas informações prestadas;
IV - providenciar a correção de erros detectados pelos procedimentos usuais de críticas de consistências cruzadas ou por meio de monitoramento, de forma ágil, e identificar suas possíveis causas.
Artigo 3º - Compete ao assistente de planejamento orientar e acompanhar o processo de digitação das informações nos Sistemas, repassando para a equipe de supervisão e para as escolas todas as orientações, comunicados, manuais e procedimentos operacionais dos Sistemas, efetuando treinamentos e dirimindo as dúvidas relativas às rotinas operacionais das funcionalidades, bem como aquelas relativas a normas e parâmetros legais.
Artigo 4º – Compete ao Supervisor de Ensino responsável pela unidade escolar:
I - orientar a escola quanto à necessidade de manutenção da ficha cadastral do aluno, disponibilizada pelo Sistema de Cadastro de Aluno, documento de prontuário, com o RA – número identificador que permite o acompanhamento de toda a trajetória escolar do estudante;
II – orientar a escola quanto à utilização da própria lista de alunos/formação da classe, impressa do Sistema de Cadastro de Alunos, para a organização dos diários de classe do professor, de forma a garantir que os lançamentos dos eventos de movimentação escolar, registrados no Sistema, sejam confrontados com os diários de classe;
III – verificar o controle da presença do aluno, especialmente no início do ano letivo, visando a identificação e registro no Sistema de “Não Comparecimento” do aluno não frequente, de forma a garantir a coerência e exatidão dos dados, eliminando os riscos de dados superestimados;
IV- proceder, bimestralmente, por amostragem, à análise dos lançamentos de registros no Sistema, por meio da verificação da freqüência e notas registradas, disponibilizadas na síntese do Sistema de Avaliação e Freqüência, “lençol” que permite identificar os casos de abandono sem o pertinente registro;
V- orientar e proceder ao acompanhamento dos lançamentos de transferência de alunos, de acordo com o estabelecido pela Resolução SE 76/2009.
Artigo 5º - Cabe ao Diretor de Escola:
I - orientar os professores quanto ao registro sistemático da frequência e avaliação dos alunos nos diários de classe, base para alimentação do Sistema;
II - orientar o Secretário de Escola quanto à formação das turmas;
III - orientar a secretaria escolar quanto ao lançamento das informações, de forma a garantir que os dados sejam precisos e fidedignos, dirimindo eventuais dúvidas relativas aos parâmetros legais, envolvendo a efetivação da matrícula e outros procedimentos correlatos: não comparecimento, abandono, remanejamento, transferência, nota e freqüência;
IV - acompanhar a digitação das informações, garantindo a observância dos prazos estabelecidos para o lançamento delas, de forma a manter a base de dados sempre atualizada, a fim de subsidiar e oferecer resultados de qualidade no acompanhamento das ações e projetos da SE, contemplados na base de dados dos Sistemas;
V - proceder à conferência das informações lançadas, utilizando com freqüência as opções de dados gerenciais e relatórios disponibilizados pelos próprios Sistemas, que se constituem em mecanismos facilitadores para a ratificação dos dados e do acompanhamento previsto no inciso anterior;
VI – acompanhar os registros de frequência dos alunos, apurando motivos das faltas não justificadas, esgotando todas as possibilidades para o retorno do aluno às aulas em contato com pais ou responsáveis e, no caso de insucesso, observar o disposto no Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA, informando o Conselho Tutelar sobre os casos de reincidentes ausências às aulas, com cópia para a Diretoria de Ensino;
VII – garantir, bimestralmente, em tempo hábil (no máximo, 10 dias após o encerramento do bimestre) a entrega, aos pais, do Boletim Escolar impresso pela Diretoria de Ensino;
VIIII - efetivar a retificação de nota ou frequência do aluno quando identificado algum equívoco de digitação no lançamento da informação.
Artigo 6º – Cabe aos professores manter atualizados os dados de frequência e avaliação dos alunos nos respectivos diários de classe, a fim de subsidiar o seu registro e atualização, no Sistema.
Artigo 7º - Compete ao Secretário de Escola executar e coordenar o trabalho da secretaria escolar, registrando adequada e prontamente todas as ocorrências de movimentação da vidaescolar do aluno, garantindo a exatidão e correspondência com a efetiva realidade da escola.
Parágrafo único – para o cumprimento do disposto no caput deste artigo, o secretário da escola deve:
1 - efetivar a matrícula no sistema;
2 - atualizar a ficha cadastral de acordo com a documentação civil dos alunos;
3 - efetuar os lançamentos das informações referentes à frequência e ao aproveitamento escolar dos alunos;
4 - efetuar os lançamentos de movimentação escolar dos alunos: transferência, abandono entre outros;
5 - manter informado o diretor da escola sobre os eventos de movimentação;
6 - manter informado o diretor da escola sobre o encerramento das atualizações bimestrais além de outras;
7 - comunicar aos professores os lançamentos de transferência e abandono.
Artigo 8º - para se assegurar a fidedignidade, veracidade e qualidade das informações quanto à digitação sistemática das informações é preciso observar que:
I - a inserção e atualização dos dados nos Sistemas são obrigatórias;
II - a manutenção da ficha cadastral dos alunos inclusive a atualização do endereço completo, bem como o devido lançamento de todas as informações referentes à participação em programas de distribuição de renda, transporte escolar e, quando for o caso, de caracterização de deficiência são indispensáveis para a identificação precisa do estudante e o atendimento de suas necessidades;
III - o lançamento das notas e frequência do aluno por componente curricular ao final de cada bimestre é informação imprescindível para a geração do Boletim Escolar a ser entregue aos pais e responsáveis;
IV – o registro da situação do aluno no final do ano letivo, ou a cada semestre no caso da educação de jovens e adultos, digitado no Sistema de Cadastro de Aluno e lançado automaticamente pelo Sistema Acompanhamento da Avaliação e Frequência, será a base para a expedição de documentação escolar e para o cálculo dos indicadores de fluxo da escola.
Parágrafo único - a inobservância das normas de manutenção das informações, com a inclusão de registros não verdadeiros ou imprecisos que causem alteração dos indicadores, distorcendo a realidade, será objeto de investigação e de apuração de responsabilidades.
Artigo 9º - Os registros de matrícula e vida escolar dos alunos serão objeto de auditoria interna (órgãos centrais e regionais) ou externa, por meio de exame de documentos, investigação nos diários de classe e outras diligências que se façam necessárias para apuração da coerência e a veracidade das informações lançadas nos Sistemas.
Parágrafo único – no caso de auditoria, as autoridades educacionais deverão cooperar com os auditores, prestando os esclarecimentos necessários à execução do processo de averiguação preliminar e a tomada de decisões imediatas para a correção das informações, tendo em vista a melhoria qualitativa da gestão educacional.
Artigo 10 - Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação.

Notas:
Lei nº 8.069/90;
Res. SE nº 76/09;
Decreto nº 40.290/95, à pág. 87 do vol. XL;
Del. CEE nº 02/00, à pág. 138 do vol. XLIV;
Res. SE nº 12/07, à pág. 284 do vol. LXIII;
Res. SE nº 61/07, à pág. 164 do vol. LXIV;




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